Elton Alisson
Agência FAPESP – A comunidade científica do Estado de São
Paulo ganhará nas próximas semanas uma segunda nova embarcação, em um
período de um ano, para a realização de pesquisas oceanográficas.
Trata-se do barco Alpha Delphini, que deverá iniciar na primeira semana
de junho sua primeira expedição científica.
Primeiro barco oceanográfico inteiramente construído no Brasil, o Alpha Delphini integra um projeto,
submetido à FAPESP pelo Instituto Oceanográfico (IO), da Universidade
de São Paulo (USP), no âmbito do Programa Equipamentos Multiusuários
(EMU). Foi construído com o objetivo de aumentar a capacidade de
pesquisa em oceanografia no Estado.
O projeto também incluiu a aquisição do navio oceanográfico Alpha Crucis, inaugurado em maio de 2012, que já fez até agora sete cruzeiros, incluindo de testes e para fins de pesquisa.
“As duas embarcações se complementam perfeitamente em termos de
possibilidades de pesquisas oceanográficas e foram concebidas para atuar
dessa forma”, disse Michel Michaelovitch de Mahiques, diretor do
IO-USP, à Agência FAPESP.
“O Alpha Delphini tem autonomia e capacidade de pesquisa
intermediária entre as pequenas embarcações e os navios
oceanográficos disponíveis para pesquisa no Estado de São Paulo e
completa uma necessidade que tínhamos de contar com uma embarcação que
cobrisse o que chamamos de plataforma continental – uma área que começa
na linha da costa e atinge até 200 metros de profundidade”, explicou.
De acordo com Mahiques, o custo total do barco foi de R$ 5,5 milhões.
O programa EMU da FAPESP destinou R$ 4 milhões para a construção da
embarcação e o restante – motores e uma série de equipamentos
científicos – foi financiado com recursos do próprio IO-USP.
O barco – batizado com o nome de uma estrela binária que orbita a
constelação de Delphinus (golfinho, na tradução do latim), vista do
hemisfério Norte – tem 26 metros de comprimento e capacidade de
transportar dez pesquisadores, além da tripulação. Ele foi construído no
estaleiro Inace, no Ceará.
A autonomia de navegação do Alpha Delphini é de 10 a 15 dias,
dependendo do número de tripulantes, e ele poderá operar em toda a faixa
de 200 milhas marítimas da fronteira litorânea.
“Estimamos que a demanda pela utilização do Alpha Delphini será maior
do que a do Alpha Crucis, porque é uma embarcação mais adequada para
pesquisas na plataforma continental e permite realizar cruzeiros mais
curtos e com um custo menor do que os do navio oceanográfico”, comparou
Mahiques.
Segundo o pesquisador, como faz parte do programa EMU, o barco poderá
ser solicitado para pesquisas de qualquer universidade, inclusive de
instituições privadas. Mas o regulamento estabelece prioridade para
certos casos, como os projetos financiados pela FAPESP e para uso de
pesquisadores do IO-USP. Em seguida, têm preferência os projetos das
outras duas universidades estaduais paulistas – Unesp e Unicamp.
“O Alpha Delphini é uma embarcação oceanográfica com as
características ideais para a maioria das instituições de pesquisa do
Brasil, porque é um barco de porte médio, com um custo relativamente
baixo, se comparado aos navios oceanográficos, e com condições de
permitir estudos na plataforma continental para os quais há uma demanda
muito grande”, avaliou Mahiques.
“O barco também tem a importância simbólica de ser a primeira
embarcação oceanográfica construída no Brasil, o que demonstra que a
indústria nacional tem condições de fazer embarcações de pesquisa”,
destacou.
Primeira expedição
A primeira expedição científica do Alpha Delphini está marcada para o
início de junho no litoral de Pernambuco, entre a ilha de Itamaracá e o
arquipélago de Fernando de Noronha, além da zona costeira de Recife.
Prevista para durar 15 dias, a expedição faz parte de um Projeto Temático,
realizado por pesquisadores do IO-USP em parceria com a Universidade
Federal de Pernambuco (UFPE) e com a participação da Agence Nationale de
la Recherche (ANR), da França, no âmbito de um acordo entre a FAPESP e a
Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco
(Facepe).
O objetivo da expedição é avaliar o papel das regiões oceânica e
costeira de Pernambuco como absorvedoras ou liberadoras de carbono e
identificar quais zonas atuam de uma forma ou de outra.
Região de bifurcação da corrente marinha que vem da África e que se
divide – com uma parte da massa d’água seguindo em direção à região
Norte e outra para a região Sul do Brasil –, a zona oceânica de
Pernambuco sempre foi pouco compreendida, de acordo com Elisabete de
Santis Braga, professora do IO-USP e coordenadora do projeto.
Por sua vez, a região costeira do Estado vem aumentando nos últimos
anos as emissões de carbono tanto de fração orgânica como de inorgânica,
em razão de fatores como o aumento desordenado da ocupação humana.
“A possibilidade de irmos com o barco até Fernando de Noronha
possibilitará obter informações oceânicas daquela região, que atua como
um pequeno sorvedor de carbono, com águas pobres em nutrientes”, disse
Braga.
“À medida que nos aproximarmos da zona costeira de Recife também
verificaremos se há uma retenção maior de carbono naquela área em
função mesmo da fertilização da água pela atividade humana, que pode ser
revertida em um processo positivo se conhecermos melhor sua dinâmica”,
avaliou.
Para obter informações sobre transporte de carbono nas regiões
oceânica e costeira de Pernambuco, os dez pesquisadores participantes da
primeira expedição coletarão amostras de água e de organismos.
Por meio de equipamentos de sondagem, como o CTD (em inglês: conductivity, temperature, depht),
será possível obter, por exemplo, dados sobre a condutividade (usada
para o cálculo da salinidade), temperatura e profundidade do mar, além
da corrente, a velocidade do fluxo e a direção das massas de água.
Já por meio de um equipamento chamado rosette ou carrossel, com
garrafas de Niskin de 5 litros, os pesquisadores pretendem
conseguir amostras de água de diferentes profundidades para análises
químicas e biológicas de aspectos como teor de CO2, índice de pH e
composição de nutrientes.
Durante a expedição também serão realizadas coletas de fitoplâncton,
para medir a fertilidade da água e o potencial que apresenta para
produzir organismos do primeiro nível da cadeia alimentar marinha.
“A maior parte das análises químicas e biológicas da expedição será
feita a bordo do barco oceanográfico utilizando os diversos equipamentos
de química analítica do laboratório e da ecossonda disponíveis na
própria embarcação”, disse Braga.
“O que não for possível ser analisado durante a viagem será congelado
na câmara fria que o barco também possui para armazenar amostras de
água, sedimentos e organismos, e estudado depois da expedição”, contou.
Leia mais.
Ciências Climáticas
Neste blog são tratadas questões envolvendo ciências climáticas. As mudanças climáticas se tornaram o maior destaque entre as grandes questões mundiais. Neste espaço discutiremos alguns dos mais fascinantes temas da ciência: as questões climáticas.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
Insa oferece bolsa para especialista em recursos hídricos
O Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTI) divulgou nesta terça-feira
(21) o início do processo de seleção para bolsista na área de recursos
hídricos no semiárido brasileiro, com foco em reuso de águas residuárias
e conhecimento em técnicas de geoprocessamento.
Os interessados têm até o dia 21 de junho para se inscrever. O candidato deve possuir formação em engenharia agrícola, civil, ambiental ou recursos hídricos, acrescido de título de pós-graduação com no mínimo mestrado na área objeto do programa. O valor da bolsa pode chegar a R$ 4 mil, de acordo com a experiência do profissional em atividades de pesquisa, desenvolvimento ou inovação.
A seleção se dará por análise de currículo e do histórico acadêmico e por entrevista direta, que poderá ser feita via telefone, web (via skype) ou presencialmente. Os interessados deverão enviar currículo, inscrito na Plataforma Lattes, em PDF e cópia do histórico da graduação e da pós-graduação para apreciação, remetendo-os ao e-mail do Dr. Salomão de Sousa Medeiros (salomao@insa.gov.br). Para mais informações sobre como concorrer, acesse o edital.
Os interessados têm até o dia 21 de junho para se inscrever. O candidato deve possuir formação em engenharia agrícola, civil, ambiental ou recursos hídricos, acrescido de título de pós-graduação com no mínimo mestrado na área objeto do programa. O valor da bolsa pode chegar a R$ 4 mil, de acordo com a experiência do profissional em atividades de pesquisa, desenvolvimento ou inovação.
A seleção se dará por análise de currículo e do histórico acadêmico e por entrevista direta, que poderá ser feita via telefone, web (via skype) ou presencialmente. Os interessados deverão enviar currículo, inscrito na Plataforma Lattes, em PDF e cópia do histórico da graduação e da pós-graduação para apreciação, remetendo-os ao e-mail do Dr. Salomão de Sousa Medeiros (salomao@insa.gov.br). Para mais informações sobre como concorrer, acesse o edital.
Texto: Ascom do Insa
Por que transformar educação ambiental em políticas públicas?
Agência FAPESP – O Laboratório de Educação e Política
Ambiental da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da
Universidade de São Paulo (USP) realizará, no dia 22 de maio, encontro
com o tema "Por que transformar educação ambiental em políticas
públicas?".
Sob coordenação do professor Marcos Sorrentino, do Departamento de Ciências Florestais, participarão da atividade autores e organizadores do livro Educação Ambiental e Políticas Públicas: Conceitos, Fundamentos e Vivências, que será lançado no evento.
O livro, com 33 artigos escritos por 48 autores, oferece reflexões sobre a elaboração e a implantação de políticas públicas comprometidas com a diversidade de pensamentos, saberes, sabores, histórias, culturas, etnias, raças e opções de cada indivíduo.
De acordo com os organizadores, a proposta do encontro é dialogar de que forma a “universidade, em sua atribuição de produzir pesquisa, ensino e extensão, pode contribuir para potencializar a sociedade na sinergia entre iniciativas que dialoguem com as reais demandas e desejos dos diversos grupos sociais”.
O evento ocorrerá das 19h às 22h30 na av. Pádua Dias, 11, em Piracicaba.
Mais informações: livroca@gmail.com e (19) 2105-8648.
Sob coordenação do professor Marcos Sorrentino, do Departamento de Ciências Florestais, participarão da atividade autores e organizadores do livro Educação Ambiental e Políticas Públicas: Conceitos, Fundamentos e Vivências, que será lançado no evento.
O livro, com 33 artigos escritos por 48 autores, oferece reflexões sobre a elaboração e a implantação de políticas públicas comprometidas com a diversidade de pensamentos, saberes, sabores, histórias, culturas, etnias, raças e opções de cada indivíduo.
De acordo com os organizadores, a proposta do encontro é dialogar de que forma a “universidade, em sua atribuição de produzir pesquisa, ensino e extensão, pode contribuir para potencializar a sociedade na sinergia entre iniciativas que dialoguem com as reais demandas e desejos dos diversos grupos sociais”.
O evento ocorrerá das 19h às 22h30 na av. Pádua Dias, 11, em Piracicaba.
Mais informações: livroca@gmail.com e (19) 2105-8648.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Seminário - Ciências Climáticas: O Clima no Holoceno
Holocene Climate in SPEEDY-MICON MODEL: Reconstruction data
David Mendes
22/05/2013
(quarta-feira) às 15h00 no Auditório do DFTE-CCET-UFRN
Abstract: Although the climate of the Holocene (11,500 cal yr B.P. to the present) has sustained the growth and development of modern society, there is surprisingly little systematic knowledge about climate variability during this period. Many paleoclimate studies over the last decade have highlighted the extreme climate fluctuations of the last glacial interval. If we are to understand the background of natural variability underlying anthropogenic climate change, however, it is important to concentrate on climate of the more recent past.
This work describes the formulation and climatology of
an atmospheric general circulation model (GCM) of intermediate complexity, based
on a spectral primitive-equation dynamical core and a set of simplified physical
parametrization schemes. The parametrization package has been specially designed
to work in models with just a few vertical levels, and is based on the same
physical principles adopted in the schemes of stateof- the art GCMs. The
parametrized processes include large-scale condensation, convection, clouds,
short-wave and long-wave radiation, surface fluxes and vertical diffusion. In
the current configuration, the model (nicknamed SPEEDY, from Simplified
Parametrizations, primitivE-Equation DYnamics’’) has five vertical levels and a
spectral truncation at total wave number 62 (T62L8).
Through simulation were made to the Holocene climate
reconstructions in 39 atmospheric and oceanic variables.
To seek a more comprehensive view of natural climate
variability during the present Holocene interglacial. We present in this paper a
selection of globally distributed climate proxy records.
Examination of these records demonstrates that, although generally weaker in
amplitude than the dramatic shifts of the last glacial cycle, Holocene climate
variations have been larger and more frequent than is commonly recognized.
Comparison of paleoclimate simulation with climate forcing suggests that changes
in insolation related both to Earth’s orbital variations and to solar
variability played a central role in the global scale changes in climate of the
last 11,500 cal yr.
Influence occurs in climate?
1)
Climatic influence of the North
Atlantic Ocillation (NAO) in the present climate and Holocene;
2)
Influence of Variability of the
Equatorial Atlantic climate Tropical and sub-tropical;
3)
Dynamics of
midlatitude;
4)
Arctic and Antarctic
ice.
Manaus sedia reunião de autores de suplemento do IPCC sobre o clima
Desta segunda-feira (20) até sexta (24), é realizada em Manaus a 4ª
reunião de autores do Suplemento ao Manual para Inventários Nacionais de
Gases de Efeito Estufa (GEE) do Painel Intergovernamental sobre Mudança
do Clima (IPCC). O documento trata de métodos para estimar emissões e
remoções de GEE resultantes de ações humanas em áreas alagadas.
A reunião é coordenada pela Força Tarefa em Inventários Nacionais de Gases de Efeito Estufa do IPCC, copresidida desde 2002 pela brasileira Thelma Krug, pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCTI).
O evento, no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), fecha o último ciclo de reuniões. Participam mais de 70 autores de diversas nacionalidades para tratar dos comentários recebidos dos governos membros e especialistas da segunda versão, que já incluiu uma revisão anterior só de especialistas.
“É nesta reunião que os autores consideram cada um dos comentários recebidos. A presença de dois revisores editores – um de país desenvolvido e outro de país em desenvolvimento – em cada capítulo assegura que todos os comentários são tratados de forma neutra, e o conteúdo, equilibrado”, explica Thelma Krug.
Às 14h de hoje, o evento será aberto para convidados, e às 15h haverá coletiva para a imprensa. Às 18h, uma cerimônia apresentará o trabalho do IPCC ao público. Todas as atividades acontecerão no Auditório da Ciência, no bairro de Petrópolis.
Suplemento
O último manual metodológico do IPCC foi finalizado em 2006. O suplemento preenche fontes de emissão não consideradas anteriormente devido à falta de conhecimento científico à época da elaboração. Dentre essas, áreas alagadas em solos minerais; manguezais; e áreas alagadas para tratamento de águas residuais.
Painel de governos criado em 1988 para prover o mundo com uma visão científica do estado do conhecimento em mudança do clima e seus potenciais impactos ambientais e socioeconômicos, o IPCC é um corpo científico que opera sob os auspícios das Nações Unidas.
Faz revisões e levantamentos das informações mais atualizadas sobre mudança do clima, envolvendo centenas de pesquisadores de todos os continentes, os quais contribuem de forma voluntária ao trabalho do painel, aberto a todos os países membros das Nações Unidas.
A força-tarefa desenvolve manuais metodológicos para estimar emissões líquidas de gases de efeito estufa em vários setores – energia, processos industriais, agricultura, uso da terra, mudança do uso da terra e florestas e tratamento de resíduos. Os países signatários da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima periodicamente relatam suas emissões em todos esses setores, seguindo as orientações metodológicas do IPCC.
Leia mais.
A reunião é coordenada pela Força Tarefa em Inventários Nacionais de Gases de Efeito Estufa do IPCC, copresidida desde 2002 pela brasileira Thelma Krug, pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCTI).
O evento, no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), fecha o último ciclo de reuniões. Participam mais de 70 autores de diversas nacionalidades para tratar dos comentários recebidos dos governos membros e especialistas da segunda versão, que já incluiu uma revisão anterior só de especialistas.
“É nesta reunião que os autores consideram cada um dos comentários recebidos. A presença de dois revisores editores – um de país desenvolvido e outro de país em desenvolvimento – em cada capítulo assegura que todos os comentários são tratados de forma neutra, e o conteúdo, equilibrado”, explica Thelma Krug.
Às 14h de hoje, o evento será aberto para convidados, e às 15h haverá coletiva para a imprensa. Às 18h, uma cerimônia apresentará o trabalho do IPCC ao público. Todas as atividades acontecerão no Auditório da Ciência, no bairro de Petrópolis.
Suplemento
O último manual metodológico do IPCC foi finalizado em 2006. O suplemento preenche fontes de emissão não consideradas anteriormente devido à falta de conhecimento científico à época da elaboração. Dentre essas, áreas alagadas em solos minerais; manguezais; e áreas alagadas para tratamento de águas residuais.
Painel de governos criado em 1988 para prover o mundo com uma visão científica do estado do conhecimento em mudança do clima e seus potenciais impactos ambientais e socioeconômicos, o IPCC é um corpo científico que opera sob os auspícios das Nações Unidas.
Faz revisões e levantamentos das informações mais atualizadas sobre mudança do clima, envolvendo centenas de pesquisadores de todos os continentes, os quais contribuem de forma voluntária ao trabalho do painel, aberto a todos os países membros das Nações Unidas.
A força-tarefa desenvolve manuais metodológicos para estimar emissões líquidas de gases de efeito estufa em vários setores – energia, processos industriais, agricultura, uso da terra, mudança do uso da terra e florestas e tratamento de resíduos. Os países signatários da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima periodicamente relatam suas emissões em todos esses setores, seguindo as orientações metodológicas do IPCC.
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Texto: Ascom do MCTI, com informações do Inpe e do Inpa
Observações com o Telescópio Subaru e o Satélite CoRoT Revelam o Futuro do Sol
A versão em português, formato PDF, do post
Subaru Telescope Observations and the CoRoT Mission Unveil the Future of the Sun
encontra-se disponível em http://astro.dfte.ufrn.br/corottwin_por.pdfsábado, 18 de maio de 2013
Methane Emissions Higher Than Thought Across Much of U.S.
May 15, 2013 — After taking a
rented camper outfitted with special equipment to measure methane on a
cross-continent drive, a UC Santa Barbara scientist has found that
methane emissions across large parts of the U.S. are higher than
currently known, confirming what other more local studies have found.
Their research is published in the journal Atmospheric Environment.
Methane is a potent greenhouse gas, stronger than carbon dioxide on a
20-year timescale, according to the Intergovernmental Panel on Climate
Change, though on a century timescale, carbon dioxide is far stronger.
"This research suggests significant benefits to slowing climate change
could result from reducing industrial methane emissions in parallel with
efforts on carbon dioxide," said Ira Leifer, a researcher with UCSB's
Marine Science Institute.
Leifer was joined by two UCSB undergraduate students on the road trip from Los Angeles to Florida, taking a primarily southern route through Arizona, New Mexico, Texas, Louisiana, and along the Gulf of Mexico. They used specialized instrumentation, a gas chromatograph, to measure methane. The device was mounted in the RV, with an air ram on the roof that collected air samples from in front of the vehicle.
"We tried to pass through urban areas during nighttime hours, to avoid being stuck in traffic and sampling mostly exhaust fumes," Leifer said. "Someone was always monitoring the chromatograph, and when we would see a strong signal, we would look to see what potential sources were in the area, and modify the survey to investigate and, if possible, circumnavigate potential sources."
The researchers meandered slowly through areas of fossil fuel activity, such as petroleum and natural gas production, refining, and distribution areas, and other areas of interest. The wide range of sources studied included a coal-loading terminal, a wildfire, and wetlands.
The team analyzed the data in conjunction with researchers at the University of Bremen, Germany, who analyzed inventories and satellite data from the Scanning Imaging Absorption Spectrometer for Atmospheric Chartography (SCIAMACHY) instrument onboard the European Space Agency's (ESA) ENVISAT satellite to confirm the finding of strong methane sources in regions of fossil fuel activity. The surface measurements found methane levels increased as the researchers moved toward Houston, and then decreased as they continued westward -- the same trend observed in satellite data spanning the continent.
Previous methane studies have focused primarily on large-scale airborne data, which were challenging to separate from local sources, according to Leifer. In fact, clear identification of individual sources often could not be conducted, requiring computer models and other surface measurements.
The team compared maps of estimated methane emissions based on data from the International Energy Agency of the U.S. Department of Energy with satellite methane maps. They found that, in some cases, to explain observed higher methane concentrations required higher emissions than current emission maps present, particularly in large regions of fossil fuel industrial activity. In other cases, though, they could rule out that wetlands such as swamps may have been important. In such cases, separating wetland methane contributions from fossil fuel industrial contributions was not possible with their approach, Leifer said, "This is a topic we are investigating further through new research," he added.
"Methane is the strongest human greenhouse gas on a political or short timescale, and also has more bang for the buck in terms of addressing climate change," said Leifer. "This research supports other recent findings suggesting that fugitive emissions from fossil fuel industrial activity actually are the largest methane source. This clearly indicates a need for efforts to focus on reducing these methane emissions."
The researchers found the highest methane concentrations in areas with significant refinery activity, and in California in a Central Valley region of oil and gas production. Methane levels near refineries were not uniform, varying greatly from spot to spot and at different times. Nighttime concentrations were dramatically enhanced when the winds died down, forming a calm, shallow atmospheric layer near the surface, according to Leifer.
Perhaps the most surprising discovery was made in the Los Angeles area, where the study highlighted the importance of geologic methane emissions in the North Los Angeles Basin, centered on the La Brea Tar Pits. Rough estimation of emissions from the data suggests 10-20 percent of the methane emissions from Los Angeles could be natural geologic, influenced by the vast number of abandoned wells throughout the area.
This study was supported by a National Science Foundation Rapid Response Grant, by NASA and ESA, as well as JAXA, the Japanese Space Agency. Support also came from the Department of Energy, through the Gulf of Mexico Hydrates Research Consortium, the University of Mississippi, the University of Bremen, and the German Aerospace Center (DLR) Space Administration.
According to Leifer, these results illustrate the need for satellite technology to further this type of research and also to provide guidance to decision makers. "We are working with methane data from the Japanese satellite, GOSAT, to continue these investigations," Leifer said. "We look forward to when new tools, like ESA's CarbonSat and NASA's HyspIRI spacecraft, are in orbit to help, as well as results from a new joint NASA/ESA airborne campaign, COMEX, with University of Bremen researchers to improve further methane satellite designs." COMEX will test different airborne remote sensing technologies for application to methane observations.
Leifer was joined by two UCSB undergraduate students on the road trip from Los Angeles to Florida, taking a primarily southern route through Arizona, New Mexico, Texas, Louisiana, and along the Gulf of Mexico. They used specialized instrumentation, a gas chromatograph, to measure methane. The device was mounted in the RV, with an air ram on the roof that collected air samples from in front of the vehicle.
"We tried to pass through urban areas during nighttime hours, to avoid being stuck in traffic and sampling mostly exhaust fumes," Leifer said. "Someone was always monitoring the chromatograph, and when we would see a strong signal, we would look to see what potential sources were in the area, and modify the survey to investigate and, if possible, circumnavigate potential sources."
The researchers meandered slowly through areas of fossil fuel activity, such as petroleum and natural gas production, refining, and distribution areas, and other areas of interest. The wide range of sources studied included a coal-loading terminal, a wildfire, and wetlands.
The team analyzed the data in conjunction with researchers at the University of Bremen, Germany, who analyzed inventories and satellite data from the Scanning Imaging Absorption Spectrometer for Atmospheric Chartography (SCIAMACHY) instrument onboard the European Space Agency's (ESA) ENVISAT satellite to confirm the finding of strong methane sources in regions of fossil fuel activity. The surface measurements found methane levels increased as the researchers moved toward Houston, and then decreased as they continued westward -- the same trend observed in satellite data spanning the continent.
Previous methane studies have focused primarily on large-scale airborne data, which were challenging to separate from local sources, according to Leifer. In fact, clear identification of individual sources often could not be conducted, requiring computer models and other surface measurements.
The team compared maps of estimated methane emissions based on data from the International Energy Agency of the U.S. Department of Energy with satellite methane maps. They found that, in some cases, to explain observed higher methane concentrations required higher emissions than current emission maps present, particularly in large regions of fossil fuel industrial activity. In other cases, though, they could rule out that wetlands such as swamps may have been important. In such cases, separating wetland methane contributions from fossil fuel industrial contributions was not possible with their approach, Leifer said, "This is a topic we are investigating further through new research," he added.
"Methane is the strongest human greenhouse gas on a political or short timescale, and also has more bang for the buck in terms of addressing climate change," said Leifer. "This research supports other recent findings suggesting that fugitive emissions from fossil fuel industrial activity actually are the largest methane source. This clearly indicates a need for efforts to focus on reducing these methane emissions."
The researchers found the highest methane concentrations in areas with significant refinery activity, and in California in a Central Valley region of oil and gas production. Methane levels near refineries were not uniform, varying greatly from spot to spot and at different times. Nighttime concentrations were dramatically enhanced when the winds died down, forming a calm, shallow atmospheric layer near the surface, according to Leifer.
Perhaps the most surprising discovery was made in the Los Angeles area, where the study highlighted the importance of geologic methane emissions in the North Los Angeles Basin, centered on the La Brea Tar Pits. Rough estimation of emissions from the data suggests 10-20 percent of the methane emissions from Los Angeles could be natural geologic, influenced by the vast number of abandoned wells throughout the area.
This study was supported by a National Science Foundation Rapid Response Grant, by NASA and ESA, as well as JAXA, the Japanese Space Agency. Support also came from the Department of Energy, through the Gulf of Mexico Hydrates Research Consortium, the University of Mississippi, the University of Bremen, and the German Aerospace Center (DLR) Space Administration.
According to Leifer, these results illustrate the need for satellite technology to further this type of research and also to provide guidance to decision makers. "We are working with methane data from the Japanese satellite, GOSAT, to continue these investigations," Leifer said. "We look forward to when new tools, like ESA's CarbonSat and NASA's HyspIRI spacecraft, are in orbit to help, as well as results from a new joint NASA/ESA airborne campaign, COMEX, with University of Bremen researchers to improve further methane satellite designs." COMEX will test different airborne remote sensing technologies for application to methane observations.
Fonte/Source: Sciencdaily
Subaru Telescope Observations and the CoRoT Mission Unveil the Future of the Sun
May 17, 2013
A team of astronomers led by Jose Dias do Nascimento
(Department of Theoretical and Experimental Physics, Universidade
Federal do Rio Grande do Norte [DFTE, UFRN], Brazil) has found the
farthest known solar twin in the Milky Way Galaxy-- CoRoT Sol 1, which
has about the same mass and chemical composition as the Sun. Spectra
from the High Dispersion Spectrograph (HDS) on the Subaru Telescope
showed that CoRoT Sol 1 is about 6.7 billion years old while space-based
data from the CoRoT (Convection, Rotation and planetary Transits)
satellite indicated a rotation period of 29 +/- 5 days. This newly
discovered, evolved solar twin allows astronomers to uncover the near
future of our solar system's central star--the Sun.
Since the Sun is the closest star to Earth, it has
been extensively studied in a variety of ways. Despite considerable
efforts by astronomers, we do not know yet how typical a star the Sun
is. Except for the youngest stars, the true rotation of those similar to
the Sun is unknown, and there are few studies of mature solar twins or
of more evolved ones.
The mass (the amount of matter) and chemical
composition of a star are the main characteristics that determine its
evolution. Studying stars with the same mass and composition as the Sun,
the so-called "solar twins", can give us more information about our own
Sun; solar twins of various ages offer snapshots of the Sun's evolution
at different phases (Figure 1).
The satellite CoRoT (Convection, Rotation and planetary Transits, [note])
has provided precise space-based data from which it is possible to
determine the rotation periods of stars. The current team selected the
best solar twin candidates within a range of rotation periods to study
the evolution of the Sun's rotation period in detail. Because solar
twins are faint, the team initially used the High Dispersion
Spectrograph (HDS) on the Subaru Telescope to observe three of their
solar twin candidates. The large size of the Subaru Telescope and the
capability of HDS to precisely spread out the stellar light into many
constituent colors allowed them to study the stars' characteristics in
detail. A meticulous analysis of the data showed that one of the solar
twin candidates was truly a star with a mass and chemical composition
similar to that of the Sun. The finding was even more precious, because
the star is at a more evolved stage and can serve as an indicator of the
future of the Sun.
Determining the age of a star is probably one of its
most difficult aspects to ascertain, but high quality spectra shed light
on stellar ages. CoRoT Sol 1 is about two billion years older than the
Sun, but its rotation period is about the same as the Sun's. Subaru
Telescope's HDS spectra of CoRoT Sol 1 show that its overall chemical
composition is similar to that of the Sun, but its detailed abundance
pattern shows some differences, like most nearby solar twins (Figure 2). For example, the abundance of lithium (Li), an element that decreases with age, is less than that of the Sun.
Team leader Dr. Jose Dias do Nascimento commented on
the significance of CoRoT Sol 1's age for understanding the Sun's
future: "In two billion years' time, about the solar twin's actual age,
the Sun's radiation may increase and make the Earth's surface so hot
that liquid water can no longer exist there in its natural state."
In contrast to other solar twins that are relatively
bright, CoRoT Sol 1, which is located in the constellation Unicorn
(Monoceros), is more than 200 times fainter than the brightest solar
twin known. The large 8.2 m mirror of the Subaru Telescope and the
precision of its high dispersion spectrograph made it possible to
conduct this detailed study of the spectra of such a faint star. The
team plans to use the Subaru Telescope to continue its research on how
typical a star the Sun is; they intend to describe its rotation
evolution by finding solar twins representing a broad range of stellar
ages and then placing the Sun within this context.
Note:
CoRoT is the Convection, Rotation and planetary Transits space mission, which was launched on December 27, 2006. It is operated by the Centre national d'études spatiales (CNES) with the participation of science programs of European Space Agency (ESA), ESA's Research and Science Support Department (ESA-RSSD), Austria, Belgium, Brazil, Germany, and Spain.
CoRoT is the Convection, Rotation and planetary Transits space mission, which was launched on December 27, 2006. It is operated by the Centre national d'études spatiales (CNES) with the participation of science programs of European Space Agency (ESA), ESA's Research and Science Support Department (ESA-RSSD), Austria, Belgium, Brazil, Germany, and Spain.
References:
The research paper entitled "The Future of the Sun: An Evolved Solar Twin Revealed by CoRoT", on which this article is based, has been accepted and will be published in the Astrophysical Journal Letters (ApJL).
The research paper entitled "The Future of the Sun: An Evolved Solar Twin Revealed by CoRoT", on which this article is based, has been accepted and will be published in the Astrophysical Journal Letters (ApJL).
- Related material may be obtained at: http://astro.dfte.ufrn.br/corottwin and http://arxiv.org/abs/1305.3652
- The members of the research team are:
- J-D do Nascimento, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
- Y. Takeda, National Astronomical Observatory of Japan (NAOJ)
- J. Meléndez, University of São Paulo, Brazil
- J.S. da Costa, UFRN, Brazil
- G. F. Porto de Mello, Observatorio do Valongo of the UFRJ, Brazil
- M. Castro, UFRN, Brazil
Acknowledgements:
This research was partially supported by the following:
This research was partially supported by the following:
- The National Council for Scientific and Technological Development (CNPq) and Ministry of Science and Tecnologia (MCT), Brazil
- Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA), Brazil
- The Federal University of Rio Grande do Norte (UFRN), Brazil
- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), Brazil
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Caatinga pode absorver mais gás carbônico que florestas
A vegetação da Caatinga pode ser proporcionalmente mais eficiente do que
as florestas úmidas para absorver o gás carbônico presente na
atmosfera, em um processo natural, conhecido como sequestro de carbono.
É o que pesquisadores do Instituto Nacional do Semiárido, ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, querem provar. Para isso, iniciaram um estudo por meio do qual foram instaladas duas estações micrometeorológicas em Campina Grande, na Paraíba, para monitorar o dióxido de carbono absorvido pelas plantas da região.
Segundo o físico Bergson Bezerra, pesquisador do Insa, o grupo pretende, com os resultados, conscientizar os governos e, principalmente, a população que vive no Semiárido sobre a importância de se preservar a vegetação nativa como forma de mitigar os impactos das alterações no clima da região.
“Construiu-se um preconceito em relação à Caatinga, sustentado na ideia de que ela representa um ambiente hostil e inóspito. As pessoas sempre acreditaram que ela não servia para nada, que era melhor retirar toda a Caatinga e substituí-la por [vegetações] frutíferas, por exemplo”, disse. “Queremos provar cientificamente que isso não tem fundamentação”, completou.
O pesquisador defende que se o produtor rural recuperar essas áreas com espécies nativas estará contribuindo não apenas para a “preservação do patrimônio do Semiárido”, mas também
“Estudos revelam que as florestas tropicais têm alta capacidade de sequestrar carbono [da atmosfera], mas elas também apresentam altos níveis de emissão, que ocorre, por exemplo, com a queda de folhas. Já a Caatinga, não sequestra tanto, mas emite quase nada e queremos investigar esse grau de eficiência, que acreditamos ser maior no caso da Caatinga”, disse.
Bergson Bezerra enfatizou que os três primeiros meses de observação, já trouxeram “resultados auspiciosos”. “Será um estudo de longo prazo, com conclusão prevista para 2015. Mas essa observação preliminar já nos permitiu constatar que mesmo no período seco, quando a planta fica totalmente sem folha e com estresse hídrico, ainda há sequestro de carbono, ou seja, ela ainda cumpre seu papel ambiental.”
Ele ressaltou que com a chegada da estação chuvosa, nos meses de maio e junho, os pesquisadores acreditam que a atividade fotossintética será acentuada, com sequestro de carbono ainda mais intenso.
A Caatinga é um bioma exclusivamente brasileiro e um dos mais alterados pelas atividades humanas. Trata-se de um tipo de vegetação que tem fauna e flora com grande diversidade de espécies e cobre a maior parte da área com clima Semiárido, principalmente da Região Nordeste.
Ela é apontada pelos pesquisadores como um dos biomas mais vulneráveis às mudanças climáticas associadas aos efeitos de aquecimento global e pela exploração pelo homem de forma desordenada e insustentável.
É o que pesquisadores do Instituto Nacional do Semiárido, ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, querem provar. Para isso, iniciaram um estudo por meio do qual foram instaladas duas estações micrometeorológicas em Campina Grande, na Paraíba, para monitorar o dióxido de carbono absorvido pelas plantas da região.
Segundo o físico Bergson Bezerra, pesquisador do Insa, o grupo pretende, com os resultados, conscientizar os governos e, principalmente, a população que vive no Semiárido sobre a importância de se preservar a vegetação nativa como forma de mitigar os impactos das alterações no clima da região.
“Construiu-se um preconceito em relação à Caatinga, sustentado na ideia de que ela representa um ambiente hostil e inóspito. As pessoas sempre acreditaram que ela não servia para nada, que era melhor retirar toda a Caatinga e substituí-la por [vegetações] frutíferas, por exemplo”, disse. “Queremos provar cientificamente que isso não tem fundamentação”, completou.
O pesquisador defende que se o produtor rural recuperar essas áreas com espécies nativas estará contribuindo não apenas para a “preservação do patrimônio do Semiárido”, mas também
“Estudos revelam que as florestas tropicais têm alta capacidade de sequestrar carbono [da atmosfera], mas elas também apresentam altos níveis de emissão, que ocorre, por exemplo, com a queda de folhas. Já a Caatinga, não sequestra tanto, mas emite quase nada e queremos investigar esse grau de eficiência, que acreditamos ser maior no caso da Caatinga”, disse.
Bergson Bezerra enfatizou que os três primeiros meses de observação, já trouxeram “resultados auspiciosos”. “Será um estudo de longo prazo, com conclusão prevista para 2015. Mas essa observação preliminar já nos permitiu constatar que mesmo no período seco, quando a planta fica totalmente sem folha e com estresse hídrico, ainda há sequestro de carbono, ou seja, ela ainda cumpre seu papel ambiental.”
Ele ressaltou que com a chegada da estação chuvosa, nos meses de maio e junho, os pesquisadores acreditam que a atividade fotossintética será acentuada, com sequestro de carbono ainda mais intenso.
A Caatinga é um bioma exclusivamente brasileiro e um dos mais alterados pelas atividades humanas. Trata-se de um tipo de vegetação que tem fauna e flora com grande diversidade de espécies e cobre a maior parte da área com clima Semiárido, principalmente da Região Nordeste.
Ela é apontada pelos pesquisadores como um dos biomas mais vulneráveis às mudanças climáticas associadas aos efeitos de aquecimento global e pela exploração pelo homem de forma desordenada e insustentável.
(Fonte: Agência Brasil - 29/04/2013)
quinta-feira, 16 de maio de 2013
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